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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Spencer Tunick - Nudismo

O fotógrafo norte-americano Spencer Tunick, conhecido por fotografar grandes aglomerações de pessoas nuas, organizou neste sábado (23) uma sessão na Max-Joseph Platz, em Munique, na Alemanha. As imagens, que contaram com uma multidão de voluntários pintados de vermelho e dourado, ilustrarão a montagem da ópera "O Anel dos Nibelungos", de Richard Wagner, que marcará a abertura da temporada de concertos da cidade. Tunick, que fotografou uma multidão nua no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, em 2002, foi convidado pelo governo alemão para criar as imagens que ilustrarão o espetáculo. Mais de mil israelenses posaram nus na madrugada deste sábado para a produção mais recente do fotógrafo americano Spencer Tunick, célebre por suas composições de multidões sem roupas. Para este projeto, o primeiro de Tunick no Oriente Médio, o fotógrafo escolheu como cenário uma praia privada da costa israelense do Mar Morto. Denominado de "Mar Nu", este trabalho de Tunick integra uma campanha internacional a favor do reconhecimento do Mar Morto como uma das sete maravilhas naturais do mundo. Segundo especialistas, o Mar Morto corre o risco de desaparecer até 2050 caso não sejam adotadas medidas urgentes para evitar a seca. A cada ano o nível diminui um metro e em algumas áreas a margem recua mais de um quilômetro. Apesar da grande aceitação do trabalho de Tunick em Israel, alguns políticos e rabinos criticaram a ideia e chegaram a citar Sodoma e Gomorra. Por este motivo, o local das fotos foi mantido em sigilo até o último momento. Centenas de pessoas tiraram a roupa para uma sessão pública de fotos que marcou os dez anos de uma galeria de arte em Manchester. O fotógrafo americano Spencer Tunick quer captar os movimentos dos indivíduos em seu dia-a-dia.Para isso, ao longo do sábado e do domingo, ele vai levar mil voluntários em ônibus aquecidos para oito locações "secretas", onde registrará seu trabalho. Os primeiros 500 posaram neste sábado em quatro locações diferentes em Manchester, no norte da Inglaterra, e em Salford, nos arredores. Os trabalhos serão expostos a partir de junho na mostra Everyday People (algo como "Pessoas no dia-a-dia"), na galeria Lowry, que completa dez anos neste ano. Tunick tem experiência em fotografar pelados: já trabalhou com centenas de pessoas em diversos projetos e países. O mais recente, no mês passado, foi uma foto conjunta de cinco mil pessoas nuas nos degraus da Ópera de Sydney, na Austrália. O fotógrafo americano disse que "levou mais ou menos dez anos para conquistar a confiança do público inglês", mas que agora o trabalho é manter o número de voluntários sob controle. "Muita gente se ofereceu, mas tivemos de limitar o número de participantes a mil", afirmou. "Na Inglaterra o meu trabalho é aceito como arte, o que leva as pessoas a querer posar.“ O curador de artes visuais da galeria, Michael Simpson, elogiou os trabalhos de Tunick por "retratar as pessoas comuns fazendo as suas coisas no dia-a-dia". "As pessoas que participam deste projeto estão fazendo algo extraordinário, sem roupas, mas ao mesmo tempo são apenas gente comum, de todas as cores e formas e tamanhos diferentes.“ Uma das voluntárias, Victoria Denning, da cidade de Birmingham, descreveu o projeto como "uma grande experiência". "Você se acostuma com um certo tipo de forma de corpo presente nas revistas, e ninguém aqui se parece com aquilo", disse. Ela afirmou que, mesmo sendo a primeira experiência do tipo, tirar a roupa em público foi "normal, porque todo mundo estava fazendo a mesma coisa e ninguém estava olhando". O fotógrafo americano Spencer Tunick, famoso pelas suas imagens de nus coletivos, declarou em uma coletiva de imprensa no México, que faz esse tipo de fotos para compensar seu lado tímido e enfrentar assim seus próprios medos. "Por isso faço fotos de gente sem roupa, no fundo sou uma pessoa tímida", afirmou. O fotógrafo está no México para apresentar sua nova exposição "Citadinos", uma mostra com 30 fotos de nus individuais feitas na capital mexicana. A mostra fica em cartaz no Centro Cultural Universitário Tlatelolco, da Universidade do México (UNAM), até setembro. O festival Big Chill, que está sendo realizado próximo a Ledbury, em Herefordshire, na Inglaterra, entre os dias 5 e 8ago2012, contou neste domingo uma instalação do artista norte-americano Spencer Tunick, que envolveu muita cor e pouca roupa. Os participantes da intervenção tiveram que tirar as roupas e pintar completamente seus corpos com cores diferentes, para compor algo imagens, captadas pelas câmeras de Tunicks. O festival, que termina neste domingo, contou com shows de bandas como Massive Attack, M.I.A. e da cantora Lily Allen. Nany People madruga em São Paulo no Parque do Ibirapuera para mostrar cerca de 1500 pessoas em um ensaio de nudismo do fotografadas Spencer Tunick, conhecido pelas suas fotografias de grandes aglomerações de pessoas em corpo nu, no programa da Hebe no SBT.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Expedições ao Polo Sul - livraria francesa Assouline

Edição especial de livro fotográfico é lançado a R$ 5.400 mil. Versão à prova d'água do livro Polo Sul, da editora Assouline, terá apenas 150 exemplares e prefácio do príncipe Albert de Mônaco. Capa do livro Polo Sul, que terá 150 unidades especiais à prova d'água. Com tratamento especial, o livro foi fechado com cola obtida a partir de garrafas de champanhe, a capa é feita com uma resina especial e a tinta e o papel das páginas foram testados durante oito meses – chegaram a ficar submersos por dias para comprovar o caráter à prova d’água. Como se ainda não bastasse, a obra, vendida pelo site da editora a partir de 15março2012, tem prefácio assinado pelo príncipe Albert, de Mônaco, e pela princesa Anne, da Grã-Bretanha. As imagens foram resgatadas do diário do capitão Robert Falcon Scott, líder da expedição Terra Nova, que foi surpreendida pela equipe norueguesa e chegou atrasada na conquista do Polo Sul. Na volta para casa, o grupo sofreu um acidente fatal, mas ainda assim faz parte de um dos marcos mais importantes da História Britânica. Mesmo trágica, a expedição Terra Nova rendeu importantes frutos em programas científicos e a exploração de outras terras antes de chegada ao Extremo Sul. Os registros de Scott foram encontrados oito meses depois, em 1913, garantindo o prosseguimento dos estudos e a recuperação das fotografias, que resultaram registros surpreendentes e emocionantes como esse. Não há como não ficar fascinado pela saga do irlandês Ernest Shackleton que viveu, no início do século XX, uma das mais espetaculares aventuras na história da exploração polar. O ano era 1914 e os ingleses recentemente haviam perdido uma corrida contra os noruegueses para ver quem chegava primeiro ao ponto mais extremo do Pólo Sul, fincando pé na maior latitude desse hemisfério. Restava, porém, o desafio de conseguir atravessar, a pé, de um extremo a outro o continente Antárctico. Longe de ser um calouro na região, Sir Shackleton já havia chefiado duas missões ao Pólo Sul, onde reuniu experiência e reputação necessárias para sua terceira e derradeira epopéia. Nessa nova empreitada, Shackleton reuniu uma equipe de 27 homens com as mais diversas habilidades, formações, caráteres, temperamentos, ambições. Uma equipe que partira com um objetivo de fazer história com seu pioneirismo, mas que ficou conhecida para sempre por sua bravura, coragem, tenacidade, companheirismo e uma incrível vontade de sobreviver. Quando a nau "Endurance" fica presa no mar congelado, começa uma sequência de acontecimentos que inacreditavelmente acaba com um happy end. Assista o filme e conheça em detalhes as penúrias que estes homens viveram na pele. Surpreenda-se com a quantidade de sobreviventes desta aventura fantástica. Quem tem espírito aventureiro não vai resistir. A editora Assouline, ás em publicar assuntos como moda, turismo e luxo moderno, em parceria com a casa de leilões Sotheby’s lança hoje seu primeiro livro à prova d’água com um tema bem propício: “South Pole: The British Antartic Expedition 1910-1913”. A publicação premium de 136 páginas, com 60 centímetros de altura e 100 ilustrações primorosas, terá edição numerada e limitada a 150 exemplares, que serão vendidos a US$ 3 mil (R$ 5.400). A história de Robert Scott é marcada pela ousadia e determinação. Na Inglaterra, o capitão e sua equipe são considerados os primeiros a chegar ao Polo Sul. A Noruega contesta e afirma que Roald Amundsen foi o primeiro a chegar a Antártica, 34 dias antes. A expedição de Scott teria sido um sucesso completo se eles não tivessem enfrentado uma forte nevasca que os levou à morte por fome e frio há 100 anos. Conheça a livraria francesa Famosa de Livros de Decoração. Em 14dez1911, o norueguês Roald Amundsen se tornou a primeira pessoa a chegar ao Pólo Sul. Assista a sua expedição dramática em Viking da nova série 'Exploradores', que traz para você algumas histórias surpreendentes da história.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Laurent Laveder / Maybach

Brincando com a Lua

Fotógrafo profissional e jornalista científico, Laurent Laveder criou a série Moon Games, composta por diversas imagens que mostram pessoas interagindo com a Lua. Capturando as cenas por um ângulo específico, o artista faz parecer que o satélite está realmente ao alcance das mãos dos homens e mulheres que, posando para as lentes do artista, brincam de jogá-lo para cima, ou pousá-lo na xícara de café.

Especializado em fotos do céu, Laveder faz parte do coletivo The World At Night, que reúne 30 dos melhores astrofotógrafos do planeta.



As imagens abaixo é de outros criativos utilizando a temática de Laveder.



O maior e exclusivo veículo da DaimlerChrysler

Motor de doze cilindros. 5,5 litros com dois turbocompresores 551 CV

Duas versões: Maybach 57 e Maybach 62. Preço: 420.000 € e 490.000 € respectivamente.

Se fabrica em função das necesidades e gostos do cliente, que pode intervir em algumas fases do processo de fabricação para introduzir modificações.

Os assentos tem uma função de massagem, com sete motores elétricos.





Instrumentação traseira: velocímetro, termómetro exterior e relogio.

Teto de cristal para a parte traseira. Existe uma membrana de cristal líquido, com polímeros de plástico e condutores de eletricidade. Quando a membrana é ligada(com tensão de 90 v.), os polímeros se ordenam de maneira que o cristal fique transparente. Quando se interrompe a corrente elétrica, o cristal fica translúcido e bloqueia a luz.

Dois telefones com conecção «bluetooth» (imagem), e uma geladeira(com compressor elétrico), para garrafas e copos.

Internet via WAP. Acesso ao portal de Mercedes Benz só na Alemanha, Austria e Suiça.

Carregador de seis CD, monitor (imagem), reproductor de DVD, conecções para reprodução em MP3 e vídeo.

O escudo, um duplo M é semelhante ao que era usado no passado. Anteriormente significava «Maybach-Motorenbau»(fábrica de motores Maybach) e agora «Maybach Manufaktur».

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Paul Cadden - Escocês / Cindy Sherman - Norte Americana e Tomasz Lewandowski - Polonês


Desenhos que podem ser confundidos com fotografias são a especialidade do artista hiperrealista escocês Paul Cadden, que é parte de uma exposição em uma galeria de Londres. Com lápis e papel, Cadden faz desenhos ricos em detalhes e expressões. As imagens estão sendo expostas na galeria londrina Plus One, especializada em hiperrealismo. A exposição engloba 16 artistas hiperrealistas. Mas as obras de Cadden ficarão permanentemente no local, ou até que sejam vendidas - algumas chegam a custar até 5 mil libras, ou quase R$ 15 mil. Na opinião de Cadden, suas obras "intensificam o normal". Segundo o jornal britânico The Daily Mail, o artista leva em torno de três a seis semanas para produzir cada obra. Um porta-voz da galeria disse ao jornal que, à primeira vista, as imagens parecem mesmo com fotografias. "Mas, vendo-as ao vivo, de perto, você percebe que é um desenho. Os detalhes são incríveis."


Paul Cadden - Nascimento: 1964, Glasgow, Escócia Educação: 1982-1986: Print Design e Ilustração, Glasgow College of Building and Printing 2001-2003






Um dos mais famosos retratos da fotógrafa norte-americana Cindy Sherman, pertencente ao Museu de Arte de Akron, em Ohio, será leiloado em maio e pode alcançar um valor inédito para obras da artista, disse a casa Christie's na quinta-feira. O museu há muito tempo aposta em Sherman, cujo trabalho está atualmente atraindo multidões para uma exposição no Museu de Arte Moderna de Nova York. "Sem título nº 96", da série Centerfolds, feita por Sherman no começo da década de 1980, irá a leilão em 8 de maio em Nova York. A Christie's deve anunciar a autorização para a venda na sexta-feira. Andrew Massad, especialista em arte contemporânea internacional da Christie's, disse que a obra representa "a apoteose do que Rosalind Krauss (crítica e teórica da arte) chamou de a capacidade de Sherman de destilar uma 'cópia sem original', significando assim arquétipos pictóricos ideais que definem nossa cultura". O grande retrato colorido é considerado um dos mais importantes da seminal série Centerfolds. O Museu de Arte de Akron decidiu vendê-los para poder adquirir outras obras para o seu acervo de arte contemporânea. No ano passado, a Christie's vendeu por US$ 3,89 milhões um outro retrato de Sherman em tamanho quase natural, na qual ela aparece vestida como colegial. Na época, esse foi o preço recorde para uma obra fotográfica, mas o valor já foi superado desde então.




O fotógrafo polonês Tomasz Lewandowski registrou um treinamento de kung fu de monges budistas do famoso templo Shaolin, na China. Momentos de meditação, equílibrio e força foram captados pelas lentes de Lewandowski. Para os budistas, o templo Shaolin é o berço da tradição religiosa Chan, linha que busca cultivar a mente e o espírito através da meditação profunda. O monastério foi fechado durante Revolução Cultural do governo Mao Tsé-Tung. Porém, na década de 80 o templo foi reaberto como um centro de treinamento de Kung Fu e também tornou-se atração turística. Em 2010, o templo entrou na lista de Patrimônios da Humanidade pela Unesco.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Steve McCurry

Steve McCurry é um fotógrafo estadunidense da National Geographic, responsável pelo registro da famosa imagem da Menina Afegã, cujo rosto foi capa da revista e reconhecido por todo o mundo.

McCurry estudou cinematografia na Universidade do Estado da Pensilvânia - Estados Unidos - em 1968. No entanto acabou se formando em artes cênicas, graduando-se em 1974. Se interessou pela fotografia quando começou a produzir imagens para um jornal de sua universidade, chamado The Daily Collegian.

Steve começou a sua carreira de fotojornalista cobrindo a invasão soviética ao Afeganistão. McCurry utilizou vestimentas típicas para se disfarçar e esconder seu equipamento. Suas imagens estavam entre as primeiras do conflito e por isso foram largamente publicadas. Sua cobertura acabou ganhando a Medalha de Ouro Robert Capa de melhor reportagem fotográfica no exterior.
McCurry continuou a fotografar conflitos internacionais no Afeganistão e em outros países como Camboja, Filipinas, Líbano, além da guerra Irã-Iraque e a guerra do Golfo. Steve publicou suas fotos em revistas do mundo todo e contribui frequentemente para a revista National Geographic.












O Canto encantado

Aguardando o solstício de 21dez12