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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Escultura de autor MISTERIOSO (Gilgamésh) / Vaisravana e Jambhala

No fim do século passado foram descobertas, na colina de Kuyundjik, no Kazaquistão, doze placas de argila, escritas em acádico, que descrevem uma epopéia heróica: O Poema de Gilgamésh. Gilgamésh foi rei de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. O vitorioso herói seria dois terços deus e um terço homem e sua epopéia descreve episódios tão extraordinários que não poderiam ter sido inventados por nenhum ser inteligente da época nem por tradutores e copistas dos séculos subseqüentes. O poema contém o relato exato do dilúvio, concorrente em "originalidade" com o da Bíblia: conta Utnapishtim ( ele e sua esposa foram os únicos mortais à quem os deuses teriam dado a "vida eterna" ) - que os deuses o advertiram da grande maré vindoura e lhe deram ordem para construir um barco, onde deveria recolher mulheres e crianças, seus parentes e artesãos de qualquer ramo de arte. A descrição da tempestade, das trevas, das águas subindo e do desespero dos homens que ele não podia levar, é de uma força narrativa ainda hoje cativante. Outra surpresa está na sétima placa: o primeiro relato de uma viagem cósmica, comunicado por Enkidu (uma espécie de humanóide gigante, peludo e melhor amigo de Gilgamésh), que teria voado por quatro horas nas "garras de bronze de uma águia"... O relato textual: Ela me falou: - Olha para baixo sobre a Terra! - Que aspecto tem? - Olha para o mar! - Como te parece? E a Terra era como uma montanha, e o mar como uma poça d'água. E novamente voou ela mais alto e me falou: - Olha para baixo sobre a Terra! - Que aspecto tem? - Olha sobre o mar! - Como te parece? E a Terra era como um jardim, e o mar como um córrego. E voou além: - Olha para baixo sobre a Terra! - Que aspecto tem? - Olha sobre o mar! - Como te parece? E a Terra parecia um mingau de farinha, e o mar era como uma barrica d'água Esta mesma descrição foi dada pelos astronautas da Apollo 11... É um relato correto demais para ser puro produto da imaginação! Quem poderia descrever esta visão em um tempo onde não tinha-se ideia de com seria o planeta "visto de cima"? Ainda na mesma placa está o relato de que uma porta falava com um vivo, não seria um auto-falante?... Cientistas descobrem que escultura milenar é extraterrestre Uma escultura cravada em um meteoro já seria suficiente para virar notícia. Se essa mesma escultura tiver sido alvo de uma expedição nazista meses antes da II Guerra Mundial estourar, já começa a entrar em um nível de surrealismo que mais parece com uma piada nonsense. Pois é. Olha a realidade surpreendendo a todos novamente. Com 24 centímetros de altura, a origem da estatueta é rodeada de mistério e a única certeza que os cientistas cravam sem medo de errar não é menos intrigante: ela é extraterrestre, sim senhor. Ela foi esculpida em um fragmento do meteoro Chinga, que caiu entre a Rússia e a Mongólia em algum momento entre 10 e 20 mil anos atrás. Pessoas em busca de ouro acharam os primeiros detritos do meteorito em 1913, mas pesquisadores acreditam que a peça que originou a escultura foi recolhida por alguém muito tempo antes. Os cientistas acreditam que o artesão, em algum momento, deve ter reparado que se tratava de algo especial, já que se trata de um material absurdamente duro. De acordo com Elmar Buchner, da Universidade de Stuttgart, na Alemanha, a peça provavelmente representa o deus budista Vaiśravaṇa e a hipótese mais provável é que tenha sido criada por membros da cultura Bon, uma antiga religião tibetana que, segundo alguns, seria uma das precedentes do budismo. A coisa fica mística quando pensamos que algo tão esotérico e antigo foi feito de um material que passou sabe-se lá quantos milhões de anos vagando pelo universo. A coisa fica bizarra quando os nazistas entram no meio da história. Se você reparar bem, vai ver um desenho na barriga do deus. Ele lembra muito uma suástica invertida. Esse emblema representa a bondade na cultura budista e os nazistas, um pessoal que não entrou na história por ser particularmente bondoso, escolheu a versão invertida - que representa a ideia de violência e poder - para simbolizar a ideologia deles. Não há como afirmar com certeza, mas os pesquisadores acreditam que essa coincidência motivou a expedição que nazista que levou a estatueta para a Alemanha, onde está até hoje. Fonte: http://etseetc.blogspot.com.br A história parece ser de um filme do Indiana Jones. Mas neste caso, como em muitos outros, a realidade ultrapassa a mera ficção. No século XI, no atual Tibete, um membro da cultura Bon, anterior ao Budismo, decidiu esculpir uma divindade posteriormente budista numa rocha uma mera rocha, provavelmente normal, ou se calhar foi lá esculpida porque deram um significado especial a essa rocha. A estátua denomina-se “Homem de Ferro”, pesa 10,6 quilos, e mede 24 centímetros de altura. Representa Vaisravana ou Jambhala, no Tibete, o rei budista do norte, um dos quatro reis celestiais no Budismo. Entretanto, em 1938, durante uma expedição ao Tibete, o geólogo alemão Ernst Schäfer apoderou-se da estátua, que foi assim parar a uma coleção privada. Provavelmente, Ernst gostou da estátua porque ela tem uma suástica o símbolo nazi que simboliza amor e piedade na cultura hindu. Durante mais de 50 anos ficou esquecida. Em 2007, um perito comprou-a num leilão, recuperou esta estátua de 1000 anos, e notou que o material da rocha não era comum na Terra. A verdade é que a rocha onde foi esculpida a estátua é um meteorito, que veio dos céus e caiu aqui na Terra. O meteorito é de uma classe rara de sideritos, um ataxito, que contém uma elevada quantidade de níquel (com cobalto e ferro). O meteorito que deu origem à estátua é um fragmento do meteorito Chinga, que colidiu com a Terra, na fronteira entre as atuais Mongólia e Sibéria, há cerca de 15 mil anos. Apesar de várias culturas antigas terem utilizado e adorado meteoritos, a raridade desta estátua está no fato de ser única, em termos de representação de uma figura humana neste tipo de material. Vaisravana ou Vessavaṇa, também conhecido como Namtösé no Tibete e Bishamonten no Japão é o nome do chefe dos Quatro Reis Celestiais e uma figura importante na mitologia budista. O nome do Vaisravana é derivado do Sankrit viśravaṇa que significa "filho de Vishrava", um epíteto de costume do deus hindu Kubera. Vaisravana também é conhecido como Kubera ou Jambhala (em sânscrito) ou Kuvera (Pāli). O personagem de Vaisravana está fundada sobre a hindu divindade Kubera, mas, embora as divindades budistas e hindus compartilham algumas características e epítetos, cada um deles tem funções diferentes e mitos associados. Embora trazido para a Ásia Oriental como uma divindade budista, Vaisravana tornou-se um personagem na religião popular e adquiriu uma identidade que é parcialmente independente da tradição budista (cf. o tratamento similar de Kuan Yin e Yama). Vaisravana é o guardião da direção norte, e sua casa é no quadrante norte da camada superior da metade inferior do Monte Sumeru. Ele é o líder de todos os Yaksas que moram em encostas de o Sumeru. Ele é freqüentemente retratado com uma cara amarela. Ele carrega um guarda-chuva ou guarda-sol (Chatra) como um símbolo de sua soberania. Ele às vezes também é exibida com um mangusto, muitas vezes mostrado jóias expulsar de sua boca. O mangusto é o inimigo da serpente, símbolo da ganância ou ódio, a ejeção de jóias representa generosidade. Na tradição Theravada Nos Pāli escrituras do Theravāda tradição budista, Vaisravana é chamado Vessavaṇa. Vessavaṇa é um dos Cātummahārājāno, ou quatro Grandes Reis, cada um dos quais governa sobre uma direção específica. Vessavaṇa reino's é o quadrante norte do mundo, incluindo o terra de Uttarakuru. De acordo com alguns suttas, ele leva o seu nome a partir de uma região de lá chamado Visāṇa, ele também tem uma cidade lá chamado Ālakamandā que é sinônimo de riqueza. Vessavaṇa rege as yakkhas - seres com uma natureza entre 'fadas' e 'ogro'. Vessavaṇa esposa's é nomeado Bhuñjatī, e ele tem cinco filhas, lata, Sajjā, Pavarā, Acchimatī e Suta. Ele tem um sobrinho chamado Puṇṇaka, um yakkha, marido da Nāga mulher Irandatī. Ele tem um carro chamado Nārīvāhana. Sua arma era o gadāvudha, mas ele só usou antes de se tornar um seguidor do Buda. Vessavaṇa tem o nome "Kuvera" de um nome que ele tinha de uma vida passada como um brâmane rico moinho-proprietário, que deu toda a produção de uma de suas sete usinas para a caridade, esmola e previstos para os necessitados por 20.000 anos. Ele renasceu no céu Cātummahārājikā como resultado deste bom kamma. Tal como acontece com todas as divindades budistas, Vessavaṇa é propriamente o nome de um ser (cheia de vida), em vez de um indivíduo permanente. Cada Vessavaṇa é mortal, e quando ele morre, ele será substituído por um novo Vessavaṇa. Como os outros seres do mundo Cātummahārājika, sua vida útil é de 90 mil anos (outras fontes dizem nove milhões ano). Vessavaṇa tem a autoridade para conceder as áreas yakkhas particulares (por exemplo, um lago) para proteger, e estes são geralmente atribuídos no início do um Vessavaṇa reinado's. Quando o Buda nasceu, Vessavaṇa tornou-se seu seguidor e, finalmente atingiu o estágio de sotapanna, que tem apenas sete vidas mais antes de iluminação). Muitas vezes ele trouxe a Buda e mensagens de seus seguidores dos deuses e de outros seres humanos, e os protegeu. Ele apresentou ao Buda as Āṭānāṭā versos, que os budistas meditando na floresta poderia usar para repelir os ataques de yakkhas selvagens ou outros seres sobrenaturais que não têm fé no Buda. Estes versos são uma forma primitiva de paritta cantar. Bimbisara, rei de Magadha, após sua morte renasceu como um yakkha chamado Janavasabha no séquito de Vessavaṇa. Nos primeiros anos do budismo, Vessavaṇa era adorada em árvores dedicadas a ele como santuários. Algumas pessoas apelaram a ele para dar-lhes filhos. No Japão, Bishamonten ou apenas Bishamon é pensado como um deus blindado de guerra ou guerreiros e um punidor dos malfeitores - uma visão que está em desacordo com o mais pacífico budista rei descrito acima. Bishamon é retratado segurando uma lança em uma mão e uma pequena pagode por outro lado, este último simbolizando o divino tesouro, cujo conteúdo ele dois guardas e dá afastado. No folclore japonês, ele é um dos japoneses Sete Deuses da Fortuna. Bishamon também é chamado Tamonten, que significa "ouvir muitos ensinamentos", porque ele é visto como o guardião dos lugares onde Buda prega. Acredita-se que viver até a metade do Monte Sumeru. No Tibete, Vaisravana é considerado um Dharmapala mundano ou protetor do Dharma, um membro da comitiva de Ratnasambhava. Ele também é conhecido como o Rei do Norte. Como guardiã do norte, ele é muitas vezes representado nos murais do templo ao lado da porta principal. Ele também é considerado como um deus da riqueza. Como tal, Vaisravana às vezes é retratada carregando uma cidra, o fruto da jambhara árvore, um trocadilho com outro nome dele, Jambhala pronunciado Zambala. A fruta ajuda a distingui-lo iconicamente de representações de Kuvera. Ele é às vezes representado como corpulento e coberta de jóias. Quando mostrado sentado, o pé direito é geralmente pendente e apoiada por um lótus de flores sobre o que é uma concha. Sua montaria é um leão de neve. Nam Te Se não é Dzambala. Nam Te é o rei, e Dzambala é um de seus ministros ranking. Nam Te Se tem oito fileiras, e Dzambala é uma dessas fileiras. Os budistas tibetanos consideram sentimento Jambhala em relação riqueza a ser proporcionando liberdade por meio de prosperidade concedendo, para que se possa concentrar no caminho ou espiritualidade e não na materialidade e temporalidade do que a riqueza.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Arte escultura Ecológicas


eco-escultura 2010 - ilha de Tavira
http://artefemera.blogspot.com

Reportagem veiculada na RPC, TV IMAGEM de Paranavaí. Como criar esculturas com galhos de árvores - Artista: Antônio de Menezes Barbosa

Uma escultura de madeira em forma de cavalos no Parque da Água Branca.Filmado no dia 28/12/2008.


Artista Plástico: Roberto Chagas, Escultura com Motoserra - Cabeça de Cavalo

Artista Fabiano Sena

Peça entalhada no formato de um peixe que ira servir de encosto para uma cadeira.

esculturas em madeira feita pelo artista Edson Lopes; escultor_edlopes@hotmail.com

Esculturas em Madeira Vitor Nepomuceno; http://arteemvideosdigital.blogspot.com

Antonio Panda Gianfratti tocando em uma escultura de madeira na antiga fabrica de cadeados em Sao Paulo

terça-feira, 19 de abril de 2011

Donato di Niccoló di Betto Bardi (Donatello)

Nascido em Florença, c.1386 - 13dez1466) foi um escultor italiano. Trabalhou em Florença, Prato, Siena e Pádua, recorrendo a várias técnicas (tuttotondo, baixo-relevo, stiacciato), e materiais (mármore, bronze, madeira). Separou-se definitivamente do gótico retomando e superando a arte grega e romana, seja formalmente, seja estilisticamente. Muito particular foi sua capacidade de sugerir humanidade e introspecção em suas obras.

Donatello nasceu em Florença no ano de 1386, filho de Niccolo di Betto Bardi, tecelão de lã. Irrequieto e com uma família modesta, seu pai tinha uma vida tumultuada, tendo participado primeiro da revolta dos Ciompi em 1378, e em outra revolta posterior, processado, teria sido condenado à morte se não houvesse um perdão geral. O filho era muito diferente do pai. Segundo Vasari, Donatello foi educado primeiro na casa de Roberto Martelli, e de 1402 a 1404 esteve em Roma com Brunelleschi estudando os clássicos. De 1404 a 1407, foi ajudante de Lorenzo Ghiberti na porta norte do Battistero. Em 1408, trabalhou na obra do Duomo de Florença, para o qual executou uma estátua de Davi em mármore, com uma coroa de amaranto e membros alongados, num estilo gótico tardio, mas apoiada numa perna só ao qual corresponde uma torção do busto, e as mãos realistas, mostrando um estudo acurado da anatomia humana. Em 1416, a estátua foi transportada para o Palazzo Vecchio, estando hoje em dia (2006) conservada no Bargello.

Entre 1409 e 1411, esculpiu o "São João Evangelista", para um nicho ao lado do portal central do Duomo, reagindo ao maneirismo do gótico tardio com uma composição clássica, mas humana e apoiada em estudos anatómicos, que viriam a ser um importante modelo do Moisés de Michelangelo. Em 1411, trabalhou a pedra para a Igreja de Orsanmichele. De 1411 a 1412 realizou o "São Marcos"'.

Em 1417, completou uma estátua de "São Jorge" comissionado pela guilda dos artesãos de armaduras, pois estes queriam uma figura que apresentasse suas armas. Donatello apresentou uma figura animada pela torção e o jogo das pernas. A base em pedra apresenta um baixo-relevo construído com a técnica do stiacciato, e é um dos primeiros exemplos de perspectiva com único ponto de fuga, representando a luta com o dragão. Por volta de 1423 esculpiu o "São Ludovico em Tolosa", originalmente inserido em um tabernáculo de ordem coríntia. Entre 1415 e 1426, esculpiu cinco estátuas para o Duomo: "O Profeta imberbe", "O Profeta barbudo", "O Sacrifício de Isaac", "Profeta Abacuc" (chamado Zuccone pela calva) e "O Profeta Jeremias", caracterizados pelo modelo clássico de oradores, imponentes e dignos, mas com gestos pacatos e um forte efeito claro-escuro no manto.

De 1422 é a Madona Pazi, que se encontra em Berlim. Em 1425, realizou o "Crucifixo" de madeira da igreja de Santa Cruz de Florença, onde o Cristo é retratado no momento da agonia, com os olhos semi-abertos, corpo tenso. De 1425 a 1427, colaborou com Michelozzo no monumento fúnebre do Papa João XXII, o Battistero, onde executou a figura em bronze do defunto. Em 1427, em Pisa, elaborou os painéis de mármore do monumento fúnebre do "Cardeal Brancacci" para uma igreja de Nápoles. Para o batistério de Siena, entre 1425 e 1427, forneceu os relevos com "O Banquete de Herodes" e as estátuas "Fé" e "Esperança".
Na Florença dos Médici (1428 - 1443)
De cerca de 1430 é o "Davi"' em bronze. Obra realizada por comissão de Cosme de Médici, a estátua pode representar tanto o Davi bíblico, símbolo das virtudes cívicas, quanto o deus Mercúrio que contempla a fronte de Argo e dá uma representação intelectual e refinada da figura humana, se inspirando na arte helênica, com corpo nu, o pé sobre a cabeça de Golias, corpo vivo, alegoricamente representa a razão que triunfa sobre a força bruta e a irracionalidade. Deste mesmo ano e no mesmo clima cultural é a estatueta ambígua e inquietante Amore-Atys, atualmente, como o "Davi", no Bargello. Entre 1431 e 1433, em Roma, realizou o "Tabernáculo do Sacramento" para a basílica de São Pedro. De volta a Florença, trabalhou no coro para o Duomo. Em 1435, fez a "Anunciação" para a igreja de Santa Cruz. De 1437 a 1443 trabalhou na "Sacristia Velha" da igreja de São Lourenço, realizando a porta com os "Apóstolos", "Confessores", "Mártires".Fez os santos "Cosme e Damião", patronos dos Médici e santos "Estevão e Lorenço". Também o teto é decorado em policromia com cenas da vida de São João Evangelista. No ano de 1438, esculpiu a estátua de "São João Batista", para a igreja de Santa Maria Gloriosa de Frari em Veneza.
O "Busto de um Jovem com Camafeu", atualmente no Bargello, de 1440(c.), no qual, pela primeira vez desde a época clássica, o busto é tratado não como um relicário, mas como um monumento profano, um tipo ideal de jovem, cujo camafeu, que traz ao peito, representa uma alegoria da mente, um auriga conduzindo um carro com dois cavalos, símbolos da razão e da paixão. Nesse ano realiza ainda a tumba de Niccoló e Fioretta Martelli.
Em Pádua (1443 - 1453)
Foi convidado para erguer em Pádua uma estátua para Erasmo de Narni, alcunhado o Gattamelata. Entre 1443 e 1450, trabalhou nessa estátua equestre em bronze, se inspirando nos modelos clássicos da estátua de Marco Aurélio, em Roma, o Regisole e os Cavalos de São Marcos, de onde tira o modo do cavalo que avança a passo. A imagem do homem é uma reconstrução idealizada que mira um ponto distante, com a mão segurando um bastão de comando em posição oblíqua, fazendo contraponto com a espada embainhada à linha horizontal do cavalo e a vertical do homem acentuando o movimento a frente. Este monumento serviu de modelo para todas as estátuas equestres erguidas na Itália e no mundo até o século XIX.
Últimos anos (1453 - 1466)
Donatello retornou a Florença em 1453, onde executou a "Madalena" em madeira, hoje no museu do Duomo, obra que nega a beleza física, privilegiando a expressão, o corpo esquelético, a dor que transparece do rosto, representando os sentimentos mais profundos da alma humana. O grupo em bronze Giuditta e Oloferne de 1455 (c.) foi iniciado para a catedral de Siena, mas acabou no jardim do palácio Médici na Via Larga. Foi encomenda de Piero de Médici, dito "o gotoso", em memória de Cosme, o velho. A obra esta assinada Optus Donatelli flo e está imbuída de valores simbólicos, como a castidade que abate a luxúria, e a república que abate a tirania. Após concluir um "São João Batista" para o Duomo, teve sua última encomenda, dois púlpitos de bronze para a igreja de São Lourenço, projetada por ele mas executada com a participação de outros. O "Púlpito da Ressureição", com episódios da vida de Cristo unidos por relevos com motivos de vegetação e o "Púlpito da Paixão" com as cenas unidas por motivos decorativos.
Morreu em Florença no ano de 1466.

Principais obras
"São Marcos" - Florença;
"Tabernáculo de São Jorge" - Museu Nacional do Bargello, Florença;
"Profetas" (Zuccone) - Duomo, Florença;
"O Banquete de Herodes" - Pia batismal da catedral de Siena;
"Davi" - Museu Nacional do Bargello, Florença;
"Gattamelata" (estátua equestre ) - Pádua;
"Maria Madalena" - Duomo, Florença;
"Judite e Holofernes" - Palazzo Vecchio, Florença.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Jean Boulogne (Giambologna) - vídeo: Gregorio Fernández

Nasceu em Douai, Flandres (hoje na França), em 1529, e faleceu em Florença em 13ago1608. Giambologna tem sido considerado o mais perfeito representante do Maneirismo, e seu renome vem de suas obras cheias de movimento, com um precioso polimento de superfície. Entre as mais conhecidas estão o Mercúrio, do qual existem várias versões, o grupo do Rapto das Sabinas, um estátua de São Lucas, o grupo de Hércules e Nesso, e sua série da deusa Vênus, que estabeleceu um novo cânon de proporções para a figura feminina e se tornou modelo para duas gerações de escultores italianos e do norte da Europa. A divulgação de suas grandes obras em cópias reduzidas em bronze fez sua fama se espalhar pela Europa, e desde então seu prestígio não sofreu decréscimo. Seu estilo foi uma influência decisiva sobre De Vries, Puget, Tacca, Franqueville, Bernini e Algardi.

Nascido em uma família de classe média, seus pais queriam fazer dele um notário, mas seu talento foi percebido e ele foi aceito como aprendiz no atelier do escultor e arquiteto Jacques du Broeucq, que havia visitado a Itália e foi um dos principais introdutores do renascimento italiano em Flandres. Permaneceu estudando com ele entre o fim da década de 1540 e o início da de 1550, e seu treinamento prático se deu nas obras da igreja de Sainte-Waudru em Mons, cujo coro estava a cargo de seu mestre. Depois de terminar seu aprendizado transferiu-se para a Itália em torno de 1550, fixando-se em Roma, estudando avidamente a estatuária clássica e fazendo moldes em cera de obras célebres, dentre as quais são citadas como influência para suas criações posteriores principalmente o Laocoonte e O suplício de Dirce, duas obras-primas do helenismo que haviam sido descobertas há pouco tempo. É possível que tenha entrado em contato pessoal com Michelangelo e também e com Guglielmo della Porta, com quem teria aprendido a técnica da escultura em bronze.

Sua visita à Itália devia ser temporária, e quando começou sua viagem de volta em torno de 1553 passou por Florença, onde os modelos que havia feito em Roma causaram boa impressão no mecenas Bernardo Vecchietti, que passou a lhe encomendar obras, entre as quais uma Vênus que se perdeu, mas da qual sobrevive um modelo. A amizade com Vecchietti lhe foi de grande valia, e através dele foi apresentado ao Grão-Duque Francesco I de Medici. Considerando que a cidade poderia lhe oferecer boas condições de trabalho, decidiu fixar-se ali. Mas sua ascensão não foi rápida, já que a cidade estava cheia de artistas afamados e ele teve de se contentar com encargos de menor importância, como o brasão da família Medici para o Palazzo di Parte Guelfa, e depois um relevo em alabastro intitulado Alegoria de Francesco I.

Sua primeira obra importante foi o Baco, de 1560, executado para Lattanzio Cortesi, e no mesmo ano participou de um concurso para a Fonte de Netuno a ser instalada na Piazza della Signoria, mas cujo vencedor foi Bartolomeo Ammanati. Apesar disso foi uma oportunidade de divulgar seu trabalho, e o modelo que ele propôs recebeu críticas favoráveis. Logo depois do concurso, em 1562 Giambologna recebeu a primeira encomenda de uma obra importante para Francesco I, o Sansão e o filisteu, que é o primeiro exemplo significativo de sua habilidade de criar uma composição cheia de dinamismo e passível de ser apreciada de todos os ângulos. Deveria ter sido instalada em uma fonte em Florença mas acabou por ser oferecida à Espanha. De lá passou para a posse do Príncipe de Gales, o futuro Carlos I, e logo se tornou a mais célebre escultura italiana na Inglaterra, hoje fazendo parte da coleção do Victoria and Albert Museum.

Em 1563 foi chamado a Bolonha para realizar o Netuno da fonte na Piazza Maggiore, cuja estrutura fora projetada por Tommaso Laureti e que fazia parte da renovação urbanística da cidade ordenada pelo papa Pio IV. Enquanto trabalhava no Netuno o delegado papal solicitou a Giambologna uma estátua para ser instalada no pátio do Archiginnasio, a sede da veneranda Universidade de Bolonha, que deveria representar Mercúrio apontando para o céu, simbolizando a origem divina do saber. O projeto acabou não sendo realizado, mas resultou num modelo que constitui a primeira de uma série de estátuas do deus que culmina no célebre Mercúrio voando, muito mais dinâmico do que o projeto original, pousando apenas a ponta do pé sobre o sopro de um zéfiro, o que lhe confere uma sensação notável de ausência de peso, liberdade de movimento e graça. De volta a Florença em 1556, o escultor apresentou o Mercúrio aos Medici, que, entusiasmados, ordenaram a sua fundição para enviá-lo como presente diplomático ao imperador Maximiliano II, como parte dos entendimentos entre a corte florentina e a austríaca para a o casamento de Francesco I com Joana da Áustria. Quando as bodas foram realizadas ele foi encarregado de criar uma alegoria para as festividades, o grupo Florença derrotando Pisa, que foi instalada no Palazzo Vecchio e hoje se conserva no Museu do Bargello. Logo depois fez estátuas para duas fontes incompletas, uma na Villa Medicea della Petraia, a Vênus de Florença (1570-71), e outra representando o deus Oceano (1572-76), uma grande composição em mármore para os Jardins de Boboli do Palazzo Pitti. Outra Vênus foi criada para a fonte da Grotta del Buontalenti (1575), e depois foi encarregado de uma escultura monumental do deus Apenino para o parque da Villa di Pratolino. Em 1579 recebeu a encomenda da decoração da Capela Grimaldi, a convite do Doge de Gênova, e da Capela Salviati, em Florença. A Capela Grimaldi já não existe, mas as composições em bronze de Giambologna foram preservadas e hoje estão na Universidade de Gênova. O grupo compreende sete relevos ilustrando a Paixão de Cristo, seis alegorias das Virtudes, e seis anjos. Nos relevos ele conseguiu criar efeitos em escultura que se aproximam da pintura, e seu estilo, submetendo-se às prescrições de imediata inteligibilidade estabelecidas para criação de arte sacra pelo Concílio de Trento, mostra uma bem sucedida adaptação em sua estética, onde abandona a retórica e adota uma forma narrativa mais direta. Suas composições para a Capela Salviati seguem em linhas gerais o mesmo estilo da outra.

Em 1581 Giambologna iniciou a que hoje se considera sua obra-prima, o Rapto das Sabinas, finalizada em torno de 1582. Aparentemente a escultura não foi produto de encomenda, tendo sido realizada como demonstração de virtuosismo. Quando Francesco I viu a obra ficou tão entusiasmado que ordenou sua instalação em um local prestigioso, a Loggia dei Lanzi, na praça principal da cidade, junto ao Palazzo Vecchio. A presença ali de um trabalho anterior de Benvenuto Cellini, o Perseu, uma obra também célebre, levou o autor a sugerir um tema relacionado para batizar a obra . Por fim decidiu-se pela história das Sabinas. Um estudo preparatório conservado no Museu Nacional de Capodimonte mostra apenas duas figuras, mas o artista revisou a composição adicionando o velho na base. Existem dois estudos em cera em pequena escala mostrando o arranjo final, e um modelo em gesso em tamanho definitivo. Mais tarde a obra foi reproduzida inúmeras vezes em pequeno formato, se tornando peças cobiçadas por colecionadores.

O Rapto é um façanha em termos de técnica, esculpida em um único bloco de mármore, com 4,10 m de altura. A composição, de grande originalidade, é uma contribuição magistral para a solução de um problema estético que estava em debate desde décadas antes e havia sido apresentado formalmente por Benedetto Varchi em sua Inchiesta (1546), relativo à disputa sobre a primazia da escultura ou da pintura. Os defensores da escultura argumentavam que ela era superior pois oferecia mais de um ponto de vista para o espectador, e Cellini havia respondido dizendo que uma estátua idealmente não deveria ter menos de oito ângulos satisfatórios. Esse debate inaugurava uma nova forma de ver o diálogo entre obra e público, exigindo deste uma participação maior, uma busca mais ativa na contemplação de vários ângulos, e não de apenas do plano frontal, como ocorre na pintura. O Rapto de Giambologna é uma composição do tipo figura serpentinata, de movimento helicoidal que pode ser visto em qualquer ângulo com sucesso, uma tipologia que havia sido proposta por Leonardo e explorada por Michelangelo, mas a peça de Giambologna é a primeira grande obra da arte renascentista a resolver todos os ângulos satisfatoriamente e oferecer pontos de interesse em qualquer posição [5]. Hoje o original, que estava ameaçado pela poluição e pela ação de vândalos, se encontra na Galleria dell'Accademia, tendo sido substituído por uma réplica.

A Estátua eqüestre de Cosimo I foi encomendada em 1587 por Ferdinando I em memória de seu pai Cosimo I, que foi o primeiro Grão-Duque da Toscana. Foi a primeira em seu gênero a ser fundida em Florença. O autor se inspirou em monumentos semelhantes criados por Donatello em Pádua e Veneza, e para o cavalo seu modelo foi uma cabeça etrusca que existia na coleção grão-ducal. O cavalo ficou pronto em 1591 e foi logo fundido, e a figura do Grão-Duque foi terminada em 1594, sendo o conjunto instalado em um pedestal marmóreo adornado com os brasões familiares dos Medici e com relevos ilustrando cenas da vida do retratado. A obra causou grande impressão e resultou em encomendas semelhantes para o monumento de Henrique IV em Paris (destruído na Revolução Francesa), Madrid, para homenagear Filipe III, e outra para a mesma Florença, ora em honra a Ferdinando I. Estas obras derivativas foram completadas por seu discípulo Tasca após a morte do autor. Dentre as últimas grandes composições de Giambologna está o grupo de Hércules e Nesso, realizado em torno de 1599, ilustrando a cena em que Hércules mata o centauro Nesso, o raptor de Dejanira, com as duas figuras entrelaçadas captando o momento central da dramática luta. O estilo é semelhante ao do Rapto, e seu acabamento é igualmente primoroso. Outra é a estátua de São Lucas (1602), instalada na igreja de Orsanmichele, em Florença, de menor impacto mas com sóbria dignidade.

Link para arquivo digital(.PPTx)de suas obras:
http://www.4shared.com/file/RIK0cPti/Giambologna.html

La escultura barroca del siglo XVII en Castilla tiene en Gregorio Fernández a su mejor maestro. Se formó en el taller de su padre, en la localidad lucense de Sarriá, trasladándose a Valladolid en los primeros años del XVII. En sus primeras obras como el Arcángel San Gabriel ya se aprecia la elegancia manierista de su primer estilo, inspirado en Giambologna.
Su fama empieza a consolidarse, encargándose de la ejecución de grandes retablos y otros grupos más pequeños como la Adoración de los pastores del convento burgalés de Las Huelgas, caracterizado también por la idealización de sus figuras. Sus próximos trabajos presentan un mayor naturalismo como se desprende del Cristo atado a la columna de la Cofradía de la Santa Vera Cruz de Valladolid, en el que se consolida un esquema iconográfico característico del barroco castellano. El arte procesional alcanza con el paso del Descendimiento su momento culminante, cargando de teatralidad la escena al disponer dos figuras en escaleras que sostienen el cuerpo del Crucificado en el aire. Pero donde la expresividad alcanza cotas difícilmente superables la encontramos en la Piedad, escena principal del paso procesional de la Cofradía de las Angustias, destacando el contraste entre el declamatorio gesto de María y la serenidad del cuerpo de Cristo. El conjunto se completa con las figuras de los dos ladrones crucificados.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Jean Pierre Augier


Nascido no ano de 1941 em Nice no vilarejo de Saint-Antoine-de-Siga, Jean Pierre Augier quando criança recolhia ferramentas e sucatas no trajeto da escola, que utilizava como brinquedos sob os olhares complacentes do pai Pierre, um agricultor amante da caça e da pesca e da mãe Josephine, uma dona de casa sensível e amorosa.

Em 1955 conclui o ensino primário e estimulado por miss Carpenter, sua professora, percorre museus, mosteiros, igrejas e catedrais, passando a ter um contato mais direto com as artes plásticas. Em 1956 sob orientação do escultor Marcel Maury passou a criar colares e pulseiras feitas de escamas de pinhas. Durante o serviço militar na Argélia (1961-1963), esculpiu em madeira as figuras do deserto e criou peças de cerâmica inspiradas em gravuras rupestres.

Ao dar baixa do exercito (1964) aprende a soldar e encontra o sucesso inspirando-se nas peças de ferro, às quais passa a dar formas, transformando-as em personagens articulados, aos quais imprime segundo ele mesmo diz, as quatro “virtudes cardeais”: graça, movimento, sensibilidade e humor. Maternidade, fábulas, contos de fadas, mitologia e temas religiosos são os temas favoritos deste artista genial conhecido como o mágico do ferro, que ostenta em seu currículo exposições individuais nos museus mais importantes da Europa e coletivas ao lado dos escultores mais famosos do mundo.

A coleção pessoal de esculturas de Jean-Pierre, nomeado em 2003 Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras, está em exposição permanente na Maison du Portal, em Nice no vilarejo de Saint-Antoine-de-Siga, onde o artista nasceu e vive atualmente.


Link para arquivo em PPT de imagens das criativas peças de Augier:
http://www.4shared.com/document/0FVqtREU/Jean_Pierre_Augier.html

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Bruno TORFS - Marysville / Austrália


Entre as árvores da pequena aldeia vitoriana de Marysville é um mundo cheio de beleza, fantasia e
humor. Rodeado pela floresta tropical mágica. Bruno Torfs criou um dos mais exclusivos cenários do mundo em experiências profundamente inspiradora da arte e do jardim. Aos amantes de todas as idades. Com mais de três centenas de pinturas e esculturas a serem exploradas, uma viagem para Bruno´s Graden é uma das atrações especiais da Austrália.

Link para imagens em arquivo PPT:
http://www.4shared.com/document/Ai2aUZk1/Bruno_-_Esculpture_Garden.html

Jason DeCaires Taylor - Museu Subaquático de Artes, Cancún


Até o fim do ano começará a última fase do trabalho. DeCaires, o Parque Nacional Marítimo e a Associação Náutica de Cancún vão convidar outros artistas para contribuir para o museu submarino. Um exército de figuras humanas vai deixar a praia em Cancún, no México, para ser submerso. As esculturas de Jason DeCaires Taylor vão ajudar na recuperação das barreiras de corais. As esculturas são feitas de cimento. Com sua obra, DeCaires tenta unir a arte e o meio ambiente.

Sua obra, A Evolução Silenciosa, é inspirada em pessoas reais, na maioria mexicanos comuns, que foram transformadas em esculturas submarinas para dar abrigo à vida marinha.

O escultor conta que há enorme pressão sobre os corais na região de turismo intenso. Sua intervenção tenta representar a responsabilidade de todos sobre os danos ambientais, sob uma perspectiva 'otimista'.

A composição química e o acabamento em cimento das esculturas promove a colonização da vida marinha, que com o tempo vai cobrir as esculturas em cores diferentes.



As primeiras peças deste museu submarino, submersas em 2009, são o 'Homem em Chamas' (baseado em um pescador local), o 'Colecionador de Sonhos Perdidos' e a 'Jardineira da Esperança', na foto acima.



Com sua obra, DeCaires quer ressaltar que, apesar de nos cercarmos de edifícios, não podemos esquecer o quanto dependemos da natureza. O principal grupo - que consiste em 400 figuras pesando mais de 120 toneladas - será submersa nas próximas semanas. Quando isso ocorrer, o artista vai perder o 'controle estético' sobre sua obra, que ficará a cargo da natureza.

Os modelos vivos usados por DeCaires vão desde uma freira de 85 anos até um menino de 3 anos. Para fazer os moldes, ele cobriu de gesso um contador, uma professora de ioga, um estudante, um acrobata e até um jornalista da BBC.


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Mauro FUKE

"Os pais fazem dos filhos, involuntariamente, algo semelhante a eles, a isso denominam “educação”, nenhuma mãe duvida, no fundo do coração, que ao ter seu filho pariu uma propriedade; nenhum pai discute o direito de submeter o filho aos seus conceitos e valorações."
(Friedrich Nietzsche)

Segue o link para conhecer a criação deste artista:
http://mauro-fuke.blogspot.com/2007/10/public-sculptures.htm











mauro.fuke@gmail.com

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Dalton Ghetti, na ponta do lápis


Você já deve ter visto vários artistas usando o lápis para criar arte, mas nada se compara ao que o Dalton Ghetti faz.

O brasileiro, que agora vive em Bridgeport, Connecticut , desenvolveu uma curiosa técnica em que usa a ponta dos lápis para criar esculturas.

Curiosamente, o carpinteiro usa três ferramentas bem simples para construir suas obras – uma lâmina de barbear, agulhas de costura e faca. Ele ainda se recusa a usar lupa e nunca vendeu nenhum de seus trabalhos, que são dados de presente a amigos. Dalton declarou ao site britânico The Telegraph: “Uso agulha de costura para fazer furos ou cavar o grafite. Do nada crio linhas e lentamente transformo o grafite com a mão”.

Dalton disse que tem mais de 100 esculturas que se quebraram enquanto ele trabalhava nelas. Ele as chama carinhosamente de “a coleção cemitério”.

Atualmente, o brasileiro trabalha em uma peça épica inspirada na tragédia de 11 de Setembro, em que as Torres Gêmeas foram atacadas. “Eu decidi fazer uma escultura em lápis para cada uma das pessoas que morreram no ataque, cerca de 3 mil. Vai levar cerca de 10 anos, mas vai valer a pena”, declarou ele.










quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Carole Feuerman - esculturas HIPER-realistas


É surpreendente ver as obras da coleção de arte com esculturas hiper-realistas da artista americana Carole Feuerman. Observando-as, parecem pessoas verdadeiras, contendo minunciosos detalhes como suor e pingos d’água, as expressões e a pele são de deixar de boca aberta, tamanha a perfeição.

Suas obras criadas em resina já foram apresentadas em vários lugares conceituados em arte, como Metropolitan Museum of Art, em Nova York, e até no State Hermitage Museum, na Rússia.

Esse é um trabalho espantoso de alta qualidade e beleza, que ao olhar para as fotos, não dá para imaginar que são esculturas.








O Canto encantado

Aguardando o solstício de 21dez12